Profusão Mental

Idéias, sonhos e pensamentos que afloram

Saiba tudo sobre DVDRip, DVDScr, R5, TC, TS, CAM…

Saiba tudo sobre DVDRip, DVDScr, R5, TC, TS, CAM…

Existem muitas expressões agregadas a diversos rips encontrados na Internet. Resolvemos postar então algumas expressões e termos técnicos encontrados por quem procura filmes para baixar na Internet. Se você sempre quis saber porque um filme é DVDSCr, R5, TS, etc, continue lendo o artigo.

CAM

O CAM é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma camera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos.

TELESYNC (TS)

Um telesync tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada.

TELECINE (TC)

Uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme.

SCREENER (SCR)

Uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes.

R5

R5 se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5? e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo.

DVD-SCREENER (DVDscr)

Mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

DVDRip

Uma cópia do lançamento final do DVD. Se possível, é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. A qualidade deve ser excelente. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD.

VHSRip

Feitos de VHS de venda e/ou aluguel, sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX.

TVRip

Episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”, que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências.

PDTV/HDTV

Os PDTV são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL, normalmente gerando os melhores resultados. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também, mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. Os grupos costumam lançar em SVCD, apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV.

WORKPRINT (WP)

Um workprint é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. Pode conter cenas faltando, música, e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final.

DivX Reenc

Um DivX re-enc é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. Normalmente são encontrados nos compartilhadores, e são renomeados como Filme.Nome.Grupo(1of2). Grupos famosos são SMR e TMD. Esse formato não vale o download, a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB.

Watermarks

Muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo, geralmente num dos cantos. Os mais famosos são as marcas d’água “Z” “A” e “Globe”.

Asian Silvers / PDVD

São produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes, e é fácil sair um release, e é o motivo de ter tantos por aí no momento, principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. PDVDs são a mesma coisa, mas postos num DVD. Eles têm legendas à parte, e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. São ripados como um DVD normal, mas são lançados como VCD normalmente.

SVCD

SVCD é baseado em MPEG-2 (como no DVD), que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC), que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. Devido ao bit-rate variável, o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo, geralmente entre 35-60 min.

VCD

É um formato baseado em MPEG-1, com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB, assim que ao olhar um, parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74.

XVCD / XSVCD

Estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. São ambos capazes de definições e de melhores taxas, muito mas elevadas. Muito difícil de se encontrar.

KVCD e KSVCD

KVCD é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e 3000Kbps. Usando um resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL), é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min.

KDVD

Formato de arquivo 100% compatível com MPEG_2, capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD, ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no meso DVD.

AVI

Audio Video Interleave. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro, sem especificar um codec.

MPEG

É a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral. Este grupo define padrões em vídeo digital, estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs), o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS), o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio - entre eles MP3 e AAC. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpg quanto .mpeg na extensão.

OGM

Pode ser usado à uma alternativa ao .avi e pode conter Ogg Vorbis, MP3 e AC3 áudio, todos os formatos de vídeo, informação por capítulos e legendas.

VBR

Bitrate Variável. É possível “encodar” áudio e vídeo com bitrate variável, o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor, e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR.

Bitrate

Bitrate está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4, quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. O bitrate pode variar, sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade.

Aspect Ratio Tags

WS - Widescreen (letterbox)
FS - Fullscreen

Codec

É a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som, voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. São exemplos de codecs: DivX, XviD (video) e MP3/AC3 (som).

DivX / XviD

Dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. Estão baseados no formato de compressco MPEG-4, compressão de vídeo de alta qualidade. Alguns chamam o MPEG-4 de “MP3 do vídeo”. Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD, no seu PC. XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX, portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. XViD é melhor que o DivX.

NTSC / PAL

NTSC e o PAL são os dois padrões principais usados através do mundo. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps), mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Os dois tipo de padrões podem ter variações, sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC, para TVs, vídeos-cassete, DVDs.

AC3

Codec de áudio conhecido como Audio Coding 3, é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs, devido ao seu tamanho maior.

AAC

Advanced Audio Coding, será o sucessor do AC3. É baseado no AC3, mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. Atualmente é difícil encontrar um player ou hardware que suportem esse novo formato de áudio.

BIN / CUE

Bin e Cue são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos, ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Aconselha-se o CDRWin, por ser o programa que cria esse tipo de imagem.

PROPER

Devido aos critérios, quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). Mas se a qualidade desse release for ruim, devido alguns problemas na imagem ou som, e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte, mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada, e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero, para não perder a corrida. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no .NFO.

UNRATED

Versão sem cortes.(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas, já em DVD são lançados completos)

LIMITED

Um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados, normalmente estreando em menos de 250 cinemas. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo.

INTERNAL

Um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso, visto que eles não serão trapaceados. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo, para não baixar a reputação do grupo, ou devido ao grande número já existente do filme. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo, mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup, dependendo da popularidade. Há alguns anos, o grupo Centropy começou a lançar releases internos, mas num sentido diferente do INTERNAL, isto é, lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam.

STV

Straight To Video. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema, caíram direto para as locadoras e TVs.

ASPECT RATIO Tags

As expressões de formato são:
WS = Widescreen (letterbox)
FS = Fullscreen.

RERIP

Se um grupo lança um rip ruim, eles irão re-lançá-lo, o qual virá com os problemas corrigidos.

REPACK

Quando um grupo juntas streams de outros arquivos para formar o seu release, como pegar o vídeo de um release que já saiu, e juntar com um audio de melhor qualidade que ele tenha. As informações detalhadas devem estar no NFO.

NUKED

Um rip pode ser “NUKADA”, banida por diversas razões. Se o grupo lançar como TeleSyncs, por exemplo, e não tem nada de “TeleSyncs”, ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio, outro exemplo, a partir de X minutos de filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido, por má qualidade por exemplo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão, eles podem requisitar um nuke.

Razões para o NUKE

BAD A/R - Relação de aspecto, distorção do filme. Personagens aparecem muito largos ou finos.
BAD IVTC - Processo de inversão telecine, conversão de framerates está incorreto.
BAD FPS - Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.
INTERLACED - Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas.

DUPE

Duplicada, já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Dupe é bem simples, se algo já existe, então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria.

SE (special edition)

Edição Especial

DC (director’s cut)

Versão do diretor.

Fonte: Retirado da Filewarez
http://www.filecast.info/2008/09/04/saiba-tudo-sobre-dvdrip-dvdscr-r5-tc-ts-cam/#more-90

Sinha`ntena - antena 2.5Ghz - wireless

Sinha`ntena - antena 2.5Ghz - wireless

Fala-se muito na intenet sobre construir antema wireless a partir de uma lata de Pingles. Como eu sou Brasileiro e MEIO anti-USA, entao fiz minha antena a partir de uma lata de Óleo de soja não transgenica, e com um nome muito propricio. Sinhá…
Assim nasceu a Sinha`ntena

Segue o passo-a-passo:

Material

  • 1 conector N externo
  • 1 lata de Óleo de soja Sinha vazia
  • fio 4.00 mm
  • solda
  • Alicate, ferro de solda, etc….

Passo 1.

Limpe bem a lata, e abre corretamente uma das extremidades da lata tendo cuidado para não ficar pontas que podem cortar a mao.
Faça um furo à 1/4 da do fundo da lata como ilustrado no desenho abaixo.


O conector


A lata limpa


Os furos

Passo 2.

Solde um pedaço de 3cm de fio rigido no conector N externo como mostra a figura abaixo.


Conector com o pino soldado

Passo 3.

Encaixe o conector no furo feito na lata e prenda com parafusos de polca ou com pop.


Conector preso com o pop


O outro lado mais de perto


Visão do interior da lata

Esta pronto.. agora é so conectar seu pig tail na antena e no seu cartao ou placa. Ou ate mesmo um cabo coaxial RGC213 pra colocar sua natena em um local mais apropriado.

A minha sinha’ntena eu coloquei na janela mesmo.. deu visada perfeita pra torre onde eu recebo sinal do meu provedor.

Sinha’ntena na janela vista pelo lado de dentro


Agora vista pelo lado de fora.

Para minha surpresa, o ganho de sinal com esta antena foi excelente. Muito melhor do que as feita com latas de batatas. Isto porque o diametro da lata e o seu comprimento sao apropriados para a frequencia. Por isso, tome cuidado ao fazer esta antena com latas de outros tamanhos. Procure uma lata que tenha +/- 20cm de cumprimento e +/- 10 de diametro. Medidas diferentes desta poderam ter ganhos de sinal muito baixo.

Bom, é isso..

Caso alguem queira compartilhar comigo seus sucessos ou fracassos:
stract@gmail.com
Alex Moreira.

Fontes:
http://www.geocities.com/sinhantena/
http://www.forumpcs.com.br/viewtopic.php?t=159531&postdays=0&postorder=asc&start=0

Vídeo relacionado no Youtube

Redes sem fio: Como melhorar o alcance do sinal

Redes sem fio: Como melhorar o alcance do sinal

Que tal melhorar a qualidade do sinal da sua rede sem fio em casa ou no escritório gastando menos de R$ 20?

Tudo que você precisa é uma folha de papel comum, um pedaço de cartolina (pode ser também o papelão da tampa de alguma caixa ou embalagem), tesoura, cola e um pedaço de folha de alumínio - dessas que a sua mãe usa para dourar assados nas festas de fim de ano.

O vídeo acima (aprox. 6′ de duração) descreve e demonstra a solução, chamada de Ez-12 ou Windsurfer.

Basicamente você precisa colar a folha de alumínio sobre a cartolina ou papelão, recortar usando o modelo do FreeAntennas.com e encaixar os chanfros nos furos.

Simplesmente dobrar e curvar a folha de alumínio já serviria para aumentar o sinal, mas usar o modelo garante que a forma de parábola será mantida, e que a antena do seu access point ficará exatamente no ponto focal ideal para maior direcionamento.

Os caras do vídeo relatam que um micro que ficava distante do seu ponto de acesso e recebia sinal de apenas 82% passou a receber 100% imediatamente, assim que foi colocada uma antena Windsurfer no ponto de acesso Linksys.

Vale lembrar que a vantagem do efeito é direcional, e que tem recíproca: o sinal na direção oposta fica bastante reduzido.

FreeAntennas.com

Ez-12 Parabolic Reflector Template

  1. Download Template
  2. Open in MS Paint and resize as desired.  Ensure that you keep the square on the diagram square.
  3. Print image on business card stock or acetate (document protector).
  4. Cut it out and open the six slots with sissors or an X-Acto knife.
  5. Glue tin foil to the back side of the reflector surface
  6. Assemble by placing the six tabs in the six slots.

Note:  If printed at the download size you will see about 9 dBi of gain.  If you double the size of the image before you print it you will see about 12 dBi of gain.  If you place two reflectors on an AP with two antennas you will see an additional increase in performance.

Six inch reflector pattern at 2.4 GHz

Fontes:
http://www.efetividade.net/2007/09/07/redes-sem-fio-como-aumentar-o-alcance-do-sinal-wireless-gastando-menos-de-r-20/
http://www.freeantennas.com/projects/template2/index.html

Cirurgia Refrativa - Parte III

Relatos da Cirurgia Refrativa no Orkut

Quote:

Petro*******  04/08/2006 09:27
Bem gente, sinto muito desanimar. Mas faz 4 anos q fiz a cirurgia e até hj eu espero que sumam esses maldidos halos. É uma sensação desconfortável, e a noite chega a ser insuportável. Dirigir a noite tornou-se uma aventura!

Quote:

Mari******* 04/08/2006 22:21
GENTE .. A MINHA MAE FEZ A CIRURGIA REFRATIVA AH UM ANO E MEIO .. E NAO DEU CERTO .. ELA FICA VENDO ” HALOS ENVOLTA DAS COISAS A NOITE , IMAGEM FLUTUANTE , E PERDEU QUALIDADE DE VISAO RELATIVA A SENSIBILIDADE DE CONTRASTE (CINZA/PRETO). ”
ISSSO ACONTESSEU COM ALGMMM ?! =/
BJOOS !

Quote:

Maria******** 28/06/2006 20:11
No meu caso, alta miopia, fiquei com visão dupla após implante lente intraocular. Usei até prisma entre indas e vindas em várias clínicas. Tinha que fazer teste ortóptico e sempre havia alteração, até que me indicaram o Dr Mauro Goldchmit, especialista em estrabismo. Fui em uma consulta e já marquei cirurgia. Não tinha muito a perder. Fiz em apenas um olho. Com certeza, foi a melhor coisa que fiz. É interessante o fato de saber que o olho direito ficou com várias sequelas, enxergando diferente do esquerdo, mas com a cirurgia do estrabismo, pode se dizer que amenizou a situação.
Beijos!!!

Quote:

Vald******** 02/10/2004 23:11
Fiz a cirurgia LASIK em 02 de Agosto de 2000.
No início, fiquei muito feliz com os resultados. Era incrível acordar de manhã e poder ver as horas nitidamente no relógio, coisa que era impossível sem óculos! Eu podia assistir filmes legendados sem forçar a vista, podia nadar, correr, jogar futebol, podia dar adeus ao preconceito com as lentes “fundo de garrafa”, enfim, consegui realizar o maior sonho de minha vida.
Só que minha felicidade durou pouco tempo. EU PUDE ENXERGAR PERFEITAMENTE DURANTE APENAS DOIS MESES!!! Depois desse curto tempo, minha visão deteriorou-se rapidamente, devido à cicatrização irregular das córneas.
Desde então, minha vida transformou-se em um pesadelo, que me abalou fisicamente, e também psicológica e profissionalmente. Acabei perdendo tudo o que demorei a vida toda para conseguir, inclusive meu emprego, graças à depressão profunda provocada pelas aberrações visuais pós-operatórias. Até hoje, depois de TRÊS CIRURGIAS, tenho GLARE, HALOS, STARBURSTS, REDUÇÃO DE SENSIBILIDADE AO CONTRASTE, ESTRIAS NOS FLAPS, IMAGENS FANTASMAS, OLHOS SECOS, FLOATERS, FOTOFOBIA E ASTIGMATISMO IRREGULAR.
Nunca tive nenhum problema antes da cirurgia, exceto 5,50 graus de miopia e 0,50 de astigmatismo, que eram perfeitamente corrigidos com os óculos (saudade). Hoje, óculos ou lentes de contato simplesmente não servem para nada, porque meus problemas são incorrigíveis.
Consegui superar a depressão com medicamentos e psicoterapia. Mas somente a depressão foi curada… Talvez eu seja obrigado a conviver com essas aberrações visuais para o resto da minha vida.

Quote:

Mari******* (Também sou Lasikada) 12/10/2004 05:43
Oi Vald*******! Oi Paul********! Legal “ver” vocês por aqui. :-)

Fiz o Lasik em 2001 para corrigir cerca de 10 graus de miopia. Consultei o médico indicado por meus colegas de trabalho que haviam passado pelo procedimento e fiz todos os testes necessários. Infelizmente, ele não me alertou sobre os verdadeiros riscos e não me informou que o procedimento não é indicado para miopias altas por apresentar riscos maiores. Não assinei nenhum “Termo de Consentimento”, nem sabia da existência deste documento.

Fiz a cirurgia em agosto de 2001. O que veio depois só tenho uma palavra para descrever: PESADELO. Passados vários dias, minha visão permaneceu completamente embaçada, com uma névoa branca e imagens desbotadas com contrastes estranhos. Aquilo era insuportável e dava uma tremenda dor de cabeça. Quando voltei para o trabalho, não conseguia ler a tela do computador e sentia náusea. A leitura de impressos também era difícil, pois eu via as letras pretas dos textos como se fossem cinza.

Voltando ao médico, descobri que o flap do olho direito tinha formado estrias. O médico marcou um novo procedimento para o mesmo dia para levantar e “alisar” o flap. Achei que em breve minha visão retornaria ao normal, mas não foi isso que aconteceu. Passaram-se dias, semanas, meses, e as aberrações visuais permaneceram. Quem não passou por esta experiência não imagina o que é enxergar embaçado, ver imagens desbotadas e amareladas, ter visão dupla como conseqüência de uma lesão no epitélio, ver contrastes estranhos e surreais quando um objeto escuro está diante de uma luz forte… O mundo se torna um pesadelo, uma coisa irreal e monstruosa.

A explicação para esses problemas, segundo meu médico, era que meu epitélio era frágil e estava demorando muito para se recuperar. Quando eu perguntava quanto tempo levaria, ele não respondia. Cerca de dois meses depois da cirurgia, reparei que estava vendo um monte de “floaters”, aquelas manchinhas com formato de cordas, pontos, fios etc. que ficam flutuando no campo de visão. Fiz um ultrassom dos olhos e descobri que tive descolamento do vítreo (substância que preenche a parte interior do globo ocular) – o que causou o aumento dos floaters. Depois tomei conhecimento de vários relatos de pessoas que tiveram esta complicação logo após o Lasik. A causa provável é que, para fazer o flap, o olho é fixado por um aspirador que eleva a pressão ocular para que ele fique duro e seja possível realizar o corte com um aparelho chamado microqueratomo. Essa elevação da pressão pode, em alguns casos como o meu, levar ao descolamento do vítreo.

Fiquei com uns dois graus de miopia e astigmatismo e voltei a usar óculos. Só que com uma diferença: antes eu usava óculos “fundo de garrafa” e enxergava perfeitamente. Depois do Lasik passei a usar óculos finos, mas não enxergo mais com a mesma qualidade.

Assim como muitas pessoas que viveram este tipo de experiência, tive uma séria depressão que foi tratada com medicamentos. Tive muita sorte de encontrar um ótimo médico psiquiatra e contar com o apoio da família, dos amigos e do “Surgical Eyes” (http://www.surgicaleyes.org).

Minha visão melhorou bastante depois de uns seis meses e até que enxergo razoavelmente bem com óculos. As maiores seqüelas são os “floaters” e a perda da capacidade visual do olho esquerdo devido às pequenas estrias que permaneceram no flap e a grande quantidade de floaters neste olho.

Nos últimos dois anos fiz o que pude para alertar as pessoas sobre os riscos desta cirurgia que está sendo tão banalizada e muitas vezes praticada de forma irresponsável. Se você estiver entre os 5% que têm complicações (1 em cada 20 não é pouco!), toda sua vida pode ser afetada. Ninguém nunca estará preparado para lidar com os resultados inesperados e as aberrações visuais resultantes das complicações da cirurgia de miopia. É um horror que não desejo a ninguém.

Quote:

Maria L******** me ajudem por favor 28/03/2005 12:24
Eu fiz a cirurgia há uns 4 anos e não sabia de todas as sequelas que poderiam ocorrer. Até hoje meu médico nunca me falou dos problemas que eu relato para ele como sendo resultado da cirurgia e nem me orienta como melhorar minha visão, nunca me falou das tais lentes que ajudam a corrigir. Eu sabia que meu caso seria bem difícil, pois enxergo de um olho só e já tive um quase descolamento de retina que tive que fazer laser para “consertar” os dois olhos. O médico costuma dizer que meu fundo de olho parece uma treliça. Mas o argumento era de que pior que estava não ficaria. Não tive coragem de fazer nenhuma cirugia para tentar corrigir, pois tenho medo que fique pior. Conviva com a insegurança de enxergar muito mal e ter que me virar para fazer meu trabalho, dirigir, e no cinema então! que sacrifício, assistir TV chega a lacrimejar meus olhos de tanto esforço que faço. Quantas vezes me sinto tão inferior as outras pessoas por causa disso! Deixo de ir a lugares por medo de dirigir a noite. Leitura então é um desastre e tanto que eu gosto de ler. Quando entrei nesta comunidade foi como se tivessem aberto portas para mim. Quanta informação que me foi ocultada,
só não entendo pq? O que vcs me aconselham. Vcs são ótimos, adorei conhecer suas histórias, apesar dos relatos tristes, sei lá, parece que saber que outras pessoas são como a gente dá tristeza e alívio ao mesmo tempo, pois estou podendo agora compartilhar esse sentimento tão difícil pra gente, e sozinhos é mais difícil ainda. Espero que cada um aqui consiga de alguma forma aliviar o fardo, pois eu sei o quanto ele pesa. Abraço a todos.

Quote:

Dé******** 19/10/2005 09:49
Olá! Fiz LAZIK em janeiro de 2000! Usava óculos desde os 10 anos … mas nunca gostei da minha imagem com óculos … achava que não combinava comigo … por isso comecei a usar lentes de contato … primeiro as duras e depois as flexíveis! Com o tempo fui ficando mais intolerante para usar lentes … no começo usava quase o dia inteiro … depois de alguns anos … umas 4 horas no máximo de uso! Achava um saco aquele ritual todo para botar e tirar as lentes … para todo lugar que eu ia tinha sempre que levar a caixinha com o soro, etc, etc … . Queria me livrar dos óculos e das lentes tb! Toda vez que eu ia no meu oftalmo ele fazia propaganda dessa cirurgia … até que cometi a burrice de dar ouvidos a ele! Tudo parecia tão simples … nunca fui alertada sobre os riscos … nada! Se tivesse feito algum tipo de pesquisa na INTERNET, com certeza, teria desistido dessa cirurgia! Mas, infelizmente, só fui “correr atrás” depois que não tinha mais jeito de voltar atrás na minha decisão! Daria tudo para voltar no tempo! Embora tenho praticamente zerado a minha miopia … zero grau no olho esquerdo e 0.75 no olho direito … nunca mais tive aquela visão cristalina que eu tinha com óculos e até mesmo com as lentes de contato e esse fato pode ser extremamente ruim para pessoas mais exigentes … perfeccionistas … detalhistas … . A minha visão noturna ficou super comprometida por causa do “glare” … aqueles halos em volta dos objetos incomoda muito … mas acho até que, por vaidade, eu conseguiria conviver com esse “glare” … talvez preferisse isso a ter que usar óculos (a policarpina para mim não adiantou para reduzir o tamanho das pupilas e minimizar o “glare”!). O problema é que o “glare” não foi a única sequela da minha cirurgia … fiquei com um tremendo problema de “olho seco” … e, acreditem se quiser, em um olho só … no meu olho direito! Nos primeiros 2 anos quase morri com esse problema de olho seco … a dor era tanta … que tinha vontade de morrer … caí numa depressão profunda … meu casamento quase acabou … foi um inferno … mas a verdade é que eu não tinha mesmo mais vontade de viver … me sentia culpada por ter trocado os meus “olhos antigos” por todo aquele sofrimento! Hj … depois de 5 anos de cirurgia … essa dor se transformou num grande incômodo … algumas vezes o meu olho direito nem abre direito … tamanha é a secura dele … tenho que fazer força mesmo para separar a pálpebra superior da inferior! Vivo á base de colírios … que quase não ajudam em nada, mas … fazer o que agora? O médico que me operou sempre me disse que eu não tinha nada … que com o tempo tudo passaria … peregrinei por vários oftalmologistas … até que, por obra divina, encontrei um jovem casal de oftalmos recém chegados de uma especialização nos EUA em cirurgias desse tipo … eles têm uma clínica no bairo em que eu moro, Ipanema, aqui no Rio … . Foi com eles que descobri que, logo após a cirurgia, desenvolvi o que eles chamam de “Sands of Sahara” … no logal do corte uma sequência de estrias aparecem … . Com alguns colírios a base de cortisona esse problema foi minimizado … isso depois de quase 2 anos de dor … e sem nenhum oftalmologista conseguir descobrir nada de errado no meu olho! Uns diziam que eu nada tinha … outros, no máximo, diagnosticavam ceratite!!! Mas, infelizmente, esse olho seco … esse sim não teve jeito mesmo! E o mais estranho … é de se tratar de um olho só!!! Segundo os oftalmos que eu fui … “coisa inédita” … ter somente um dos olhos com esse problema!

Quote:

Mel******** 26/10/2005 16:51
eu fiz a cirurgia e fiquei com glare e halos. mas nem posso reclamar porque o médico advertiu e eu achei (e ainda continuo achando) que valeria a pena ficar sem usar óculos. agora, sentir o cheirinho assusta um pouco sim. mas como eu fiz um olho de cada vez, no segundo olho eu nem senti o cheiro tão intenso como da primeira vez.

Quote:

Let******** 26/10/2005 18:05
Oi… agora ví que não estou sozinha (ou melhor tentei ver…)pois então, fiz a primeira operação no dia 22/05/2005, no estado de Santa Catarina , Florianópolis e para minha frustração e de minha familia fiquei sem enchergar durante 12 dias.Isso mesmo, 12 longos dias.Depois me submeti a mais quatro no olho esquerdo e cinco no direito, mas agora em curitiba.NO dia 01/11/2005, acho que farei outra…por fim, estou aqui só para desabafar pois não consigo mas chorar na frente das pessoas que amo. Estão sofrendo,como eu… estou cansada de ser forte, de fingir que está tudo bem, que agora tudo vai dar certo… não consigo mais tirar forças para suportar essa situação!!! Deixo aqui o meu desbafo e se alguem que já passou isso ou está passando tiver uma saída favor deixar um recado!!!Desde já muito obrigada… eu quero voltar a ser a Letícia que vivia nesse mundo antes de tudo isso acontecer!!!

Quote:

Nar******** 13/12/2005 09:06
Nossa, eu desisti de fazer minha cirurgia um dia antes da data. Após ler e reler o conscentimento esclarecido comecei a ficar com medo de todos os efeitos colaterais…E pelos depoimentos, vejo que realmente nao é um milagre essa cirurgia. Mas quero ressaltar que o médico que informou todos os prós e contras, fiz exames necessarios, recebi material informativo, assisti vídeo com instruçoes, respondi questionário e mais. O problema é que fazem parecer que é sempre maravilhoso e que nada de mal vai acontecer. Agora fica aquela dúvida.

Quote:

Flávi******** 24/03/2006 08:11
Galera, isso é importante pra quem tá querendo fazer cirurgia para correção de miopia: fiz a lasik a 4 anos atrás e quase ceguei do olho direito, após o procedimento cirurgico e consequente retirada das lentes de proteção, começei a sentir fortes dores, procurei pelo oftalmo que me operou e ele verificou uma úlcera na minha córnea. Ainda hoje realizo tratamento com uma excelente infectologista de córnea em SP, porém não foi possível descobrir o motivo da ulceração na córnea e tb não está descartada a possibilidade de um transplante. Uma dica que acho válida é: jamais operem as duas vistas de uma só vez, mesmo que o oftalmo assim oriente. Dizem que a infecção que me ocorreu é rarrísima, porém, após o meu problema acabei sabendo de outras pessoas que tb passaram por isso. Estou a disposição para relatar melhor o caso, só peço que não me perguntem o nome do oftalmo que fez a cirurgia, pois ele me presta, até hoje, todo amparo que necessito (despesas médicas,transporte para SP, operações) e não gostaria de prejudicá-lo.

Quote:

Este******** »» 25 GRAUS! 19/04/2006 12:54
meu marido tinha 25 graus de miopia, e o sonho da vida dele era fazer a cirurgia para correção. A MAIORIA DOS MÉDICOS NAO INDICAVA NENHUM TIPO DE CIRURGIA, mas insistimos no “sonho” e continuamos nossa busca, até que encontramos um médico “bem conceituado”, que disse que o caso seria tratado com um implante de lente. Digo bem conceituado, porque a princípio, ele nao queria fazer a cirurgia, pois teria uma chance de 99% de dar certo e 1% de dar errado. Pediu que voltássemos dentro de um ano pra ver se a medicina evoluiu… se chegariam novas lentes… novas técnicas…e dentro de um ano voltamos e fizemos a cirurgia (meu marido). Um mês após, ele teve descolamento de retina e uma hemorragia durante a cirurgia de retinopexia. Nova consulta, nova cirurgia, nova hemorragia. Hoje está fazendo quase seis meses que ele fez a cirurgia da retina e o médico deu sua retina como praticamente perdida, pois o sangue a danificou. Além disso, soubemos a pouco tempo que no outro olho, ele está com a chamada degeneração macular… perdeu a visão central (só tem a periférica) do olho que estava “bom”.
O sonho virou pesadelo!
Mas não desanimamos… teremos nova consulta, nova avaliação, e vamos ver no que dá!
Saúde a todos

Quote:

Luc********  21/04/2006 19:44
nao sei se considero isso sequelas, mas minha vista embaça exporadicamente(ora vejo MUITO BEM, outras tenho embaçamentos)ate parece que uso lentes de contato hehe e; meus olhos estao muito sensivel(lavo meu rosto com muito cuidado para nao tocar nos olhos). Nao sei se eu devia continuar usando algum colirio…é bom salientar que ja tenho 1 ano que me submetir ao lasic, mais graças a DEUS no geral estou otima e muito feliz por um sonho a mais ter se realizado na minha vida.
obs: se alguem poder me esclarecer quanto a esses sintomas que tenho, me comunique nos meu recados ,no orkut
bjos e sucesso para todos.

Quote:

Maria ********… 16/05/2006 19:26
Olá! Sempre tive alta miopia ( 25 graus ) e grandes limitações visuais. Em julho/2001, após ler reportagens milagrosas de um Dr, passei por consulta e, simplesmente disse que eu podia fazer a facoemulsificação ( implante de lente intraocular) e o único risco seria ficar alguns graus, que poderiam ser corrigidos com lasik. P/ “ajudar” a Empresa onde trabalhava “bancou” a cirurgia, pois não teria cobertura. Em 8/82001, fiz o olho direito. A primeira coisa que comentei ao tirar o tampão é que estava vendo dobrado e , cinicamente, disse que eram os pontos. Entre indas e vindas ao consultório afirmou que p/ resolver teria de submeter o outro olho pq cada um enxergava de um jeito. Em 30/10/2001, fiz o esquerdo. Convivo com moscas volantes, flashes de luz, inclusive no escuro, hipermetropia, ou seja, não me enxergo de longe, muito menos de perto. Os olhos não enxergam igualmente, então quando o olho predominante “cansa”, sofro. Antes eu não enxergava as pessoas quando acenavam, hoje vejo que acenam, cumprimento e se chegam perto tenho medo de não saber quem são. Prefiro não sair pq as pessoas jamais imaginam o que é isso. O chão não é nivelado.Vivo nas nuvens!!! Enfim, o estrabismo dei sorte com um cirurgião. Detalhe: nem a Empresa, nem o plano de saúde cobriam mais nada pq diziam tratar de erro médico e o pior, fui em todos médicos possíveis e ouvi de um Prof Dr do Hosp SP “vc tem que dar graças a Deus e aproveitar bastante pq, no seu caso, perderá aos poucos a visão”.Perguntei se colocaria isso num relatório e recebi um “passar bem”, ou seja, fiquei refém do médico q fez a primeira cirurgia,

Foram tantos médicos, um disse que eu deveria caminhar no Horto, outro que eu não podia balançar a cabeça, p/não descolar a retina, outro que eu deveria agradecer pq não precisava usar lentes…Fui demitida, entrei em auxílio doença, mas por PSIQUIATRIA. O único relatório que podia fornecer era maquiado, dizia que eu tinha catarata, mas ninguém mais podia me ajudar, somente os psiquiatras.Lembro que em uma das perícias, baseado no relatório, o médico disse “vc pode até dirigir”.Não aguentei, tive de ser medicada. cansei de brigar com o mundo, ainda tomo antidepressivos e calmantes, consegui minha aposentadoria por invalidez e vou vivendo. Poucos sabem de minhas limitações e adoro os “amigos verdadeiros”. Eles me fazem viver!!!

Quote:

Fre******** . 04/06/2006 19:34
Bem amigos vou copiar aqui para todos um e-mail que passei para uma amiga sobre minha experiência recente com o Lasik.

Estive esses dias lendo todos os tópicos das mais populares comunidades sobre a cirurgia Lasik no Orkut. São muitas informações, a maioria boa e alguns casos ruins e até traumáticos. Infelizmente são esses que me interessam. Vou contar meu caso: Ah sim claro, Meu nome é Marcos , tenho 28 anos e trabalho como Webdesigner, Produção visual etc.

Deu pra perceber que preciso muito dos meus olhos. Pois é, uso óculos desde os 6 anos de idade e lentes de contato (rígidas) desde os 14. A partir dos 26 anos a lente de contato se tornou um fardo pra mim. Não conseguia mais ficar com elas por mais de 4 horas. Tentei várias misturas mais leves de material para a lente de contato e nada dava muito certo; melhorava apenas no primeiro mês e depois voltava tudo de novo. Resolvi procurar então outras opiniões e seguir os passos de alguns amigos que fizeram (com sucesso) a Lasik. Por indicação cheguei ao IOI (Instituto de Olhos de Ipanema - RJ).
Depois da minha decisão de fazer a cirurgia, passei por todos os mais complexos exames, inclusive alguns personalizados, que me passaram total confiança pra seguir adiante. Tudo isso somado a relatos de amigos que já fizeram a mesma com sucesso.
Finalmente fiz a cirurgia na Pro-Oftalmo - RJ: há duas semanas fiz o olho direito e há 7 dias fiz o esquerdo. Tinha 8 graus de miopia nos dois olhos e 1,5 de astigmatismo. Bem, quanto a enxergar de longe, no olho direito, sucesso total. Se não zerei, estou bem perto disso. Embora meu olho direito tenha sido operado uma semana antes, o esquerdo pareceu se recuperar bem mais rápido. Dores e olho seco só senti praticamente nos primeiros 2 dias após a cirurgia. Infelizmente o que me incomoda são justamente pontos mencionados em alguns relatos.

Infelizmente o que me incomoda são justamente pontos mencionados em alguns relatos. O mais crítico é justamente a qualidade da visão…nitidez….realmente sinto que, mesmo com pouco tempo de cirurgia, isso não parece que vai ficar perto do que exergava antes…e pro meu trabalho é muito ruim. A visão dupla, ou fantasmas, entrar e sair de foco aleatoreamente e a péssima visão no fim do dia e a noite me preocupam.
Tenho uma leve sensação, às vezes, que o olho direito passou um pouco do ponto…parece por alguns instantes a sensação de colocar um óculos que tem um grau maior do que você usa…mas vai e volta…muito raro…não incomoda muito…
Porém o olho esquerdo, que disse ter se recuperado em menos tempo que o direito, não está bom…sinto ainda a visão fora de foco…não é embaçada…apenas como se tivesse sobrado grau. E não acho que vá melhorar…parece estar bem estável.
Não sei se ainda está muito cedo pra me preocupar, mas o fato é que estou preocupado com a recuperação sim. E principalmente com o resultado. Espero não me arrepender de algo que fiz visando não só a estética, mas o conforto principalmente em meu trabalho.
Alguém poderia me iluminar com opiniões?
Abraços

Quote:

VI******** SEQUELAS ETERNAS 17/06/2006 00:03
Fiz a cirurgia ha tres anos em Maringa - PR com a Dra. Edna Almodim.

-Optei por ela porque tinha convenio e influenciado por intensa propaganda que ela faz na midia.

-Antes tinha miopia e astigmatismo, depois da cirurgia continuo com isso mais hipermetropia - Antes eu dependia de um oculos para enxergar bem, hoje dependo de dois oculos para enxergar mal. Além do colirio que ela receitou para nao dilatar a pupila (eternamente).

-Enxergo halos e glares, perdi noção de distancia ao dirigir a noite, com reflexos e baixa acuidade visual, consequencias da cirurgia.

-A noite e em ambientes sem claridade total, a acuidade visual é baixa, equivale e miopia de em torno de 4 graus.

-Outros medicos e exames apontam que a area da cirurgia foi menor do que deveria, com isso a pupila dilatando extrapola essa area provocando as aberrações. Tanto que a propria medica que fez a cirurgia receitou colirio para diminuir a dilatação da pupila.

-Quando voce faz cirurgia por convenio ou procura medicos so pela propaganda, corre os riscos de baixa qualidade e de se submeter a cirurgias “por atacado”, feitas “em serie”, sem comprometimento ético/humano do médico (a), que prioriza a maximização de lucros em detrimento do paciente/ser humano.

Quote:

médico submetido a lasik (arrependido) 06/08/2005 19:09
” Sou brasileiro nascido em 1977. Tenho olhos míopes ( OE -6,00 OD -5,75 ) e no ano de 2003 me submeti a uma cirurgia refrativa para miopia e astigmatismo, que me trouxe resultados danosos.
O objetivo desta homepage é expor o meu caso clínico, discutir aspectos da cirurgia
refrativa, e principalmente alertar as pessoas que pretendem se submeter ou mesmo que já se submeteram a este tipo de cirurgia quanto aos riscos e comprometimentos da visão aos quais estão sujeitas e que são extremamente freqüentes, mas pouco divulgados à população em geral.”

http://alertalasik.blogspot.com/

Quote:

Man*********… 01/08/2006 08:57
NOSSA! Fez um ano em julho/06 que fiz a cirurgia ak em Fortaleza, no Hospital de Olhos Leiria de Andrade, mas ainda fico os olhos secos, principalmente quando o olho fica exposto à poeira, claridade, fumaça, ventania …
Aff..é horrível!!! Além de ficarem irritados(vermelhos), coçam demaissssssssss e arde…

Depoimentos extraidos do http://www.orkut.com das comunidades:

-Eu fiz a cirurgia de miopia; e
-Lasik, Cirurgias Laser, Miopia

Fonte: http://www.ultralentes.com.br/forum/viewtopic.php?f=6&t=82

Cirurgia Refrativa - Parte II

Sintomas de falha em uma cirurgia lasik

Sintomas de falhas em cirurgias Lasik

Afirma-se que a maioria das cirurgias lasik são bem sucedidas e que até 5% das operações conduzem a uma visão mais pobre para pacientes que “to change careers or give up night driving” mudam de carreira(?) ou que necessitam dirigir à noite (NT: tradutor automático).

Alguns dos principais sintomas:

Ghosting: É visto uma segunda imagem de um objeto
Halos: As luzes aparecem como brilho ou cercado por anéis
Starbust: Luzes brilhantes são vistas como círculos de luz
Olho seco: Os olhos não produzem líquido lacrimal suficiente para manter os olhos úmidos e confortáveis.

Embora os índices de complicações leves de cirurgias refrativas sejam baixas, as estatísticas variam  entre 5% e 15% dos casos e podem ser até maiores, uma vez que muitos pacientes toleram; quando estas são brandas e dizem-se satisfeitos mesmo com alguns efeitos indesejáveis. Para muitos é mais compensador se livrar da dependência dos óculos ou lentes. Estes possivelmente não devem entrar nas estatísticas acima.

Acuidade Visual x Qualidade Visual: O Mito da visão 20/20

Veja as figuras abaixo:

Visão normalVisão com ghosting

Em ambas figuras as linhas de visão 20/20 aparecem acima da linha horizontal em vermelho.

Ghost ou Fantasma

A figura a esquerda demonstra a visão normal, com as bordas das letras bem nítidas e sem imagens secundárias.
A imagem a direita mostra uma imagem fantasma secundária que puxa para a direita e para baixo a imagem real.

Note, entretanto, que a linha de visão 20/20 (100% de visão, acima da linha horizontal vermelha) ainda é legível. O Surgical Eyes Group teve o cuidado de mostrar estas fotografias a vários pacientes submetidos a
Lasik, PRK, RK, ALK e AK e o consenso é este é um quadro acurado do que ocorre quando há o fenômeno de ghost vision ou visão fantasma.

Se essa é a sua visão, o objetivo de chegar a visão 20/40 ou melhor foi obtida, como mostra o quadro, visão 20/20 é medida de acuidade visual, mas não de qualidade visual. Pergunta-se então, a cirurgia foi
bem-sucedida?

Outra imagem do sintoma ghosting

Link: http://www.surgicaleyes.org/GhostedEyeChart.htm

Abaixo mais algumas representações muito próximas dos efeitos em alguns pacientes que tiveram complicações de baixa ordem variando para alta ordem.

Direção Noturna

Direção noturna

A esquerda em cima, a imagem de uma visão normal a noite. No sentido horário, imagens com halos com imagens com intensidade progressiva.

Direção Noturna com diferentes sintomas combinados

Normal

Visão com olho não operado ou com olho operado sem complicações.

Visão fantasma em um dos olhos

Imagem de visão fantasma em apenas um dos olhos.

starbust e halos

Imagem de visão com starbust e halos no outro olho

Combinação

Imagem de visão binocular quando junta-se a o efeito de um olho com o do outro. Efeitos indesejáveis diferentes podem ocorrer em conjunto ou em cada olho separadamente. A combinação de vários efeitos visuais indesejáveis não é tipicamente mencionada no termo de consentimento.

O perigo não é somente para quem está dirijindo, mas mesmo para quem vai atravessar a rua.

Perda de Sensibilidade ao Contraste

Direção diurna

Visão normal ou de olho operado sem seqüelas.

Note que algumas imagens parecem misturar-se ao fundo, como a criança.

Starbust em auto-estradas


Visão normal ou de olho operado sem problemas.


Starbust em excesso.


Algumas pessoas vêem poucos feixes de estrelas, esta pessoa que produziu esta foto vê aproximadamente 16 feixes de reflexos.

Visão Borrada

Embora esta complicação as vezes possa ser tão branda que dificilmente é percebida, quando é mais forte pode produzir uma imagem como esta.

Halos

Incidência leve de halos a noite

Visão direta contra faroletes dos carros próximos.

Visão Dupla ou Tripla

O link abaixo oferece a oportunidade de o paciente verificar as possíveis complicações que eventualmente podem ocorrer, secundárias a cirurgia refrativa.
É fácil de aprender a usar, veja:

### VISUAL EFFECTS SIMULATOR ###


http://www.surgicaleyes.org/visual_effects/visual_effects.htm

Visual Effects Simulator - Minha visão após a cirurgia

Texto de:
Luciano Bastos
Diretor Ultralentes/IOSB/Scitech Innovative Technologies

fonte:
http://www.ultralentes.com.br/forum/viewtopic.php?f=6&t=76

Nota:

Embora muitos digam satisfeitos com os resultados da cirurgia, me sinto na obrigação de advertir a todos que conversem bem com o seu oftalmologista e analisem os prós e contras.
Hoje dentro das comunidades do orkut, vemos pessoas que após o período pós-cirúrgico detém uma ou mais características das seqüelas acima, contudo, se dizem satisfeitos. Vale ressaltar porém, que estas mazelas podem se tornar intoleráveis ou piores com o passar dos anos, pois o olho sofre uma degeneração natural e aí questionaremos não a acuidade visual mas a qualidade da mesma.

Bitpim / QTSP / LG Link

Algumas pessoas vem aqui em busca de softwares gerenciamento de conteúdo para o seu celular LG MX500 (musicshot).

Estou disponibilizando três programas que realizam esta tarefa.

  • Vale ressaltar que o QTSP é de propriedade do fabricante Qualcomm para celulares TDMA e CDMA (tecnologia usado no MX500). É aconselhável consultar o manual para ver se este software dá suporte ao seu celular.
  • O LG Link é de propriedade da LG e tem que rodar juntamente com o USB driver, que  tb é fornecido pela LG especificamente para este modelo de celular.
  • A exceção fica por conta do Bitpim que roda no windows, linux e MacOS. Consulte tb o manual antes de utilizá-lo.

OBS:

Antes de usar estes softwares esteja certo do que vai fazer, pois alguns recursos mal utilizados podem inutilizar o aparelho. Use por sua conta e risco. PESQUISE antes!

Vamos aos links:

Bitpim

Windows 2000/XP/Vista

Linux RPM

Linux DEB

Linux GENTOO

MacOS X 10.3+ (i386)

MacOS X 10.3+ (PPC)

Fonte: www.bitpim.org

QTSP

Qualcomm Product Support Tool (QPST V2.74 Build 301)

QPST_v2.7_Build_301

Fonte: http://forum.gsmhosting.com/vbb/showthread.php?t=613623

LG Link

LG Link MX500 windows 2000/XP

LG MX500 USB Modem Driver

Fonte: LG

OBS:

O LG link não tem atualização para o windows vista. Mas existe um tutorial explicando como instalar o programa aqui.

Fonte: autor desconhecido (Se vc é o autor desde arquivo, entre em contato para os devidos créditos).

Visão 20/20? O que é isso?

Este é um termo usado no pré-diagnóstico da acuidade visual de pessoas em todo o mundo. Para isto, utiliza-se a tabela de Snellen, também conhecida como optótico de Snellen ou escala optométrica de Snellen.

A tabela recebe seu nome em homenagem ao oftalmologista holandês Herman Snellen, que a desenvolveu em 1862.

Esta é a tabela de Snellen (aposto q vc já a conhece)

Uma tabela de Snellen tradicional. Aqui em escala menor, não sendo útil para testar a visão.

Uma tabela de Snellen tradicional. Aqui em escala menor, não sendo útil para testar a visão.

Importante observar que a Escala de Snellen é muito simples de ser aplicada, dando um indicativo se a pessoa precisa procurar um oftalmologista ou não.

Como utilizar a Escala Optométrica de Snellen:

  • Coloque a tabela a uma distância de 5 metros e veja até que linha distingue bem as letras.
  • Se distinguir bem até à 8ª linha, sua visão é satisfatoriamente normal.
  • Se todavia não for além da 4ª linha, procure os cuidados de um oculista, porque está com séria perda de capacidade visual e precisa de lentes de correção.
  • Teste primeiro o Olho Direito e depois o Olho Esquerdo.

Atenção: a Escala de Snellen não substitui o exame oftalmológico.

Metade das pessoas que não enxergam bem deixa de atualizar os óculos. Problemas de visão aumentam até três vezes a necessidade de reflexo rápido no trânsito.

Acidentes de trânsito são a segunda maior causa de morte violenta no Brasil. Respondem por mais de mil mortes ao dia de jovens com menos de 25 anos. De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, perito em medicina do trânsito e membro da ABRAMET (Associação Brasileira de Medicina do Tráfego) metade das pessoas que usam óculos não fazem a atualização regular das lentes e a visão responde por 95% de todas as informações necessárias para evitar acidentes.

Só para se ter uma idéia, o especialista diz que um motorista com visão perfeita trafegando a 90 km/hora necessita de 3,2 segundos para processar as informações de uma placa de sinalização rodoviária. Já para quem tem 66% de visão este tempo é reduzido para 2,5 segundos e quem tem 50% de acuidade visual (20/40 que é bem aceita na nossa legislação) tem 1,6 segundos para processar a mesma informação. Isso significa que quanto mais a vista é afetada, mais rápido tem de ser o reflexo do motorista. A miopia e o astigmatismo, ressalta, comprometem ainda mais o reflexo do motorista porque a noção de distância em relação aos outros veículos é maior do que a real. Além disso, manter o foco na estrada durante a noite, exige mais da musculatura ocular o que compromete a acomodação. Falar no celular, retocar a maquiagem, ouvir música alta ou conversar com o passageiro ao lado são situações corriqueiras que também diminuem o reflexo de quem dirige, afirma o médico. Como se isso não bastasse, é comum jovens dirigirem drogados ou alcoolizados.

Instabilidade da acuidade visual é maior entre jovens

Para Queiroz Neto a falta de atualização dos óculos está relacionada à exigência legislativa de renovação da carta de habilitação a cada 5 anos. Metade das pessoas só atualiza os óculos quando vai renovar a carta e, pelo menos, 35% não tem estabilização da acuidade visual, índice que chega a 60% entre os mais jovens, ressalta. A recomendação médica é passar por consulta oftálmica a cada dois anos para quem tem até 40 anos de idade e anualmente após os 40 anos porque além da vista cansada aumenta a probabilidade de surgirem doenças visuais relacionadas ao envelhecimento como glaucoma, catarata, entre outras.

Por isso, o especialista ressalta que além da acuidade visual o exame médico de habilitação deveria incluir avaliação do campo visual que pode ser afetado pelo glaucoma, toxoplasmose e neurite óptica, além da visão noturna que inclui a capacidade de recuperação do ofuscamento. A sensibilidade à luz chega a causar cegueira noturna, é mais comum entre pessoas de olhos claros e portadores de catarata. As dicas do médico para melhorar a visão no trânsito são:

  • Usar lentes amarelas durante a noite para reduzir o ofuscamento.
  • Manter as lentes oftálmicas atualizadas
  • Dar preferência a lentes anti-reflexo e com proteção UV para prevenir a catarata
  • Manter o pára-brisa limpo.

Para uniformidade de linguagem e facilidade de julgamento dos graus de perda da acuidade visual, as Juntas de Saúde adotaram as escalas SNELLEN e DECIMAL na avaliação da acuidade visual para longe.

Equivalência das escalas usadas na avaliação da acuidade visual para longe:

SNELLEN
DECIMAL
% DE VISÃO
20/20
1,0
100
20/22
0,9
98,0
20/25
0,8
95
20/29
0,7
92,5
20/33
0,6
88,5
20/40
0,5
84,5
20/50
0,4
76,5
20/67
0,3
67,5
20/100
0,2
49,0
20/200
0,1
10,0
20/400
0,05
10,0

A verdade é que uma boa visão é essencial para a condução de um veículo, para segurança do próprio motorista e para os que o cercam. Um relatório inicial do encontro do International Council of Ophthalmology (ICO) em 2004 mostrou que, nos EUA, a principal causa de morte por ferimentos entre 65 e 75 anos são os acidentes automobilísticos. E dentro dessa categoria, 95% das lesões são relacionadas a problemas de visão. Por causa disso, em muitos estados norte-americanos, a legislação leva em consideração a idade do motorista para estabelecer os critérios de avaliação no exame de habilitação. Em alguns locais, são feitos exames específicos para pessoas idosas e, dependendo do problema, há restrições de horários e locais em que essas pessoas podem dirigir. Uma pessoa com baixa acuidade visual, por exemplo, pode ser restrita a dirigir apenas durante o dia, em ruas de pouco movimento.

No Brasil, porém, além de não haver estatísticas que relacionem os problemas de visão à mortalidade por acidentes, os critérios de avaliação para motoristas são gerais e abrangentes, tentando não deixar ninguém de fora. O exame obrigatório para habilitação é feito por médicos ligados à Associação Brasileira de Medicina de Trânsito (Abramet), especialidade médica reconhecida pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina. A Abramet é responsável pela emissão dos títulos de especialista em Medicina de Trânsito e foi a principal articuladora das novas regras de exames estabelecidas pelo Código Nacional do Trânsito, reformulado em 1997. Atualmente, entretanto, os médicos peritos são capacitados em cursos de 120 horas e ainda não há residentes formados.

O que muda por aqui é o critério utilizado para determinar os tipos de habilitação. Em alguns países, os motoristas é que são classificados, não o tipo de veículo a ser conduzido. No Brasil, contudo, existem cinco categorias de motoristas, com direitos diferentes. Cartas de motocicleta, carros de passeio, ônibus e caminhões estão em categorias diferentes. E, apesar da clara separação entre elas, basta atender às exigências do Exame de Aptidão Física e Mental e da Avaliação Psicológica, que tem variações, para obtê-las. Segundo o presidente da Abramet, Fabio Racy, o exame é suficiente para garantir a segurança no trânsito de quem for aprovado. “Não importa se a pessoa tem 100 anos. Se ela passar no exame, estará habilitada a dirigir”, defende.

Na prática…

Nas resoluções relativas à Carteira Nacional de Habilitação emitidas pelo Conselho Nacional do Trânsito (Contran) está estabelecido que todos os motoristas até 65 anos precisam renovar seu exame de aptidão a cada cinco anos. Para quem passou dessa idade, o exame deve ser refeito a cada três anos, período que pode ser reduzido caso seja constatado algum problema.

E o que essa renovação inclui? A resolução nº 80, de 19 de novembro de 1998, estabelece que o Exame de Aptidão deve avaliar aspectos oftalmológicos, otorrinolaringológicos, neurológicos, cardio-respiratórios, do aparelho locomotor e outros, a critério do médico. Segundo Racy, o exame, feito atualmente em clínicas especializadas, nos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detran) e, no caso de São Paulo, nas agências Poupatempo, é suficiente para cobrir todas essas possíveis deficiências, no período de seis a oito minutos.

Dentro da avaliação oftalmológica, o exame inclui: mobilidade ocular intrínseca e extrínseca, acuidade visual, campo visual, visão cromática, visão estereoscópica e teste de ofuscamento e visão noturna. Mas para quem foi submetido ao exame há pouco tempo, a rapidez do teste pode parecer extrema. “Tinha uma placa na sala de espera com todas as etapas do exame e sei que pularam algumas, como o de pressão”, conta o designer Emidio Martins Pedro, examinado no Poupatempo. Para Renata Berguelo Fencz, que aguardava para retirar sua carteira na mesma agência, o exame de renovação feito ali foi melhor do que o primeiro, feito em uma clínica particular. “O médico daqui foi bem mais cuidadoso, mas mesmo assim parece ser rápido demais”, afirma.

Apesar disso, as exigências da resolução nº 80 são maiores do que em muitos países, especialmente nos EUA. No Brasil, é preciso ter uma visão 20/30 (66%) nos dois olhos para obter a licença de motorista categoria “B”, que é o motorista de carros de passeio. Nos EUA, esse índice varia de estado para estado, mas na maioria deles a exigência é de 20/40 (50%). As regras da União Européia determinam uma visão de 60% e uma diplopia de 120º. No Brasil, o ângulo exigido é de 140º. Esses parâmetros, afirma Racy, foram estabelecidos pela Abramet sob a consultoria do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO).

A variação de prazo para renovação da carteira de habilitação também varia muito entre países. Nos EUA, por exemplo, ele pode chegar a 12 anos no estado do Arizona, caindo para cinco após os 65 anos de idade. Em muitos estados, um novo exame de visão sequer é solicitado. No Maine, por sua vez, o exame tem data certa para acontecer: aos 40, 52 e 65 anos e então a cada quatro anos. Em muitos locais, a renovação pode ser feita até pelo correio.

O oftalmologista Paulo Augusto de Arruda Mello, coordenador da Comissão de Ensino do CBOS, acredita que para se ter certeza de que os procedimentos atuais são realmente eficazes – e colocam nas ruas motoristas verdadeiramente habilitados – é preciso recorrer a estudos e à medicina baseada em evidências. “Essas determinações devem ser submetidas a estudos, pois esta é a única forma de garantir sua eficácia.”

Especialista em glaucoma, Mello afirma que a realização dos exames oftalmológicos por oftalmologistas poderia detectar muitos problemas além dos que são avaliados no modelo atual. No glaucoma, por exemplo, que causa a visão tubular, um motorista não diagnosticado pode causar sérios acidentes no trânsito por falta de visão periférica. “Mesmo sem os equipamentos necessários para avaliar todas as doenças o médico teria a prática e o conhecimento necessário para fazer uma triagem prévia muito melhor.” Ele pondera, no entanto, o fato de que o Brasil não teria condições econômicas, por exemplo, de realizar um screening nacional de glaucoma. “Um exame oftalmológico completo oneraria ainda mais o Estado e a população”, afirma. “Mas um oftalmologista treinado poderia detectar alguns casos.”

Segundo Virgínia Vichan, médica de tráfego sediada no Detran de São Paulo, o exame oftalmológico é o que representa maior índice de reprovação dentro de todos os itens avaliados. Com residência em pediatria, ela acredita que o exame avalia principalmente o déficit de visão, mas reconhece que não é possível ir muito além disso.

Diante da dificuldade de se aprofundar os exames, uma saída seria a criação de carteiras de habilitação com restrições, acredita Rubens Belfort Jr., professor titular de oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Assim como os motoristas que necessitam de óculos ou lentes de contato têm um aviso em suas carteiras, pessoas com problema de visão noturna poderiam ter restrição a dirigir à noite. Além de exames mais freqüentes, pessoas acima de 65 anos também poderiam ficar impedidas de dirigir a certa velocidade, em estradas de rodagem ou além de certo raio em torno de sua residência. Habilitado em dois estados dos EUA, Belfort Jr. conta que os exames realizados foram completamente diferentes, e em uma das vezes sequer foi examinado por um médico. Entretanto, a restrição das habilitações segundo as características do paciente e a eficiência da Justiça na punição de pessoas irresponsáveis no trânsito talvez explique, ou até justifique, a facilidade com que os motoristas obtêm uma licença por lá.

Medicina de Tráfego

A especialidade foi criada em Nova York, em 1960, por um grupo de médicos legistas reunido em um congresso. Estarrecidos com a quantidade de acidentes automobilísticos com vítimas e a gravidade dos ferimentos causados aos motoristas, decidiram criar uma associação internacional que discutisse os problemas relacionados ao trânsito.

A idéia foi trazida ao Brasil pelo professor Hilário Veiga de Carvalho em 1974, mas foi só em 1980 que foi reconhecida pela Associação Médica Brasileira e passou a fazer parte do rol das especialidades médicas. Entre as subespecialidades desses médicos multidisciplinares está a medicina de tráfego preventiva, a curativa, a legal, a ocupacional e a de viagem, que trabalha para orientar as pessoas em viagens, avaliando desde questões alimentares até de medicamentos.

E quais as exigências médicas para habilitação de condutor de veículos pelo Detran?

De acordo com o grau de dificuldade de condução os veículos automotores se agruparão nas seguintes categorias e classes, nos termos da Convenção sobre Trânsito Viário, firmada pelo Brasil em Viena, em 08 de novembro de 1968, aprovada pelo Decreto Legislativo no 33, de 13 de maio de 1980, e promulgada pelo Decreto no 86.714, de 10 de dezembro de 1981, Lei no 10.847 de 20 de agosto de 1996, Resolução no 734 de 31 de julho de 1989 do CNT (Conselho Nacional de Trânsito):

a) Categoria “A” – veículos motorizados de 2 (duas) ou 3 (três) rodas, motocicletas com ou sem side-car, providos de motor de propulsão;

b) Categoria “B” – Veículos motorizados que não os da Categoria “A”, cujo peso máximo autorizado não exceda 3.500 Kg e não tenham mais de 8 (oito) lugares além daquele do condutor. Aqui se incluem automóvel de passeio, táxi, camionetas e ambulância;

c) Categoria “C” – veículos motorizados usados para transportar mercadorias e cujo peso máximo autorizado exceda 3.500 Kg;

d) Categoria “D” – veículos autorizados usados no transporte de passageiros e tendo mais de 08 lugares além daquele do condutor;

e) Categoria “E” – conjunto de veículos acoplados, cujo caminhão-trator esteja compreendido em qualquer das Categorias B, C ou D, para as quais o condutor esteja habilitado, mas que, pela sua natureza, não se incluem em nenhuma destas Categorias.

Relação dos exames realizados:

  1. Exame clínico geral;
  2. Avaliação da acuidade visual e auditiva;
  3. Avaliação da força (para Categorias A e B, força manual igual a 20 Kg e dorsal 40 Kg, e para as categorias C, D e E, força manual 30 Kg e dorsal 60 Kg);
  4. Motricidade e mobilidade e outros exames complementares ou especializados quando necessários e a critério médico.

Da Acuidade e campo visual:

a) Para a direção de veículo da Categoria A:

AV: 0,80 no olho de melhor visão.

Avaliação perimétrica: limites satisfatórios – a isóptera horizontal igual a 140° em cada olho. Se for portador de visão monocular ou estrabismo, deverá ter AV :0,90 no olho com visão;

b) Para a direção de veículo da Categoria B:

AV: a 0,66 nos dois olhos.

Avaliação perimétrica: limites satisfatórios – a isóptera horizontal igual a 140° em cada olho. Se for portador de visão monocular ou estrabismo, deverá ter AV: 0,90 no olho com visão;

c) Para a direção de veículos das Categorias C, D e E:

AV: 0,66 nos dois olhos.

Avaliação perimétrica: limites satisfatórios – a isóptera horizontal igual a 140° em cada olho.

Mobilidade ocular intrínseca e extrínseca

Da visão cromática:

O candidato deverá ser capaz de identificar as cores vermelha, amarela e verde.

Do exame estereoscópico:

O candidato deverá estar dentro dos limites normais (espaço).

Do teste de ofuscamento e visão noturna:

O candidato deverá estar dentro dos limites normais, para obter a aptidão.

Fontes:

http://www.2020brasil.com.br/publisher/preview.php?edicao=0706&id_mat=1385

http://www.periciamedicadf.com.br/manuais/ministeriodefesa3.3.php

http://www.drvisao.com.br/ler_notas.php?id=1162

http://pt.wikipedia.org/wiki/Tabela_de_Snellen

http://www.sac.org.br/APR_SNE.htm

http://www.detran.rj.gov.br/_documento.asp?cod=123#oftalmo

Ufa, gigantesco não?

Mas espero este post seja útil para entendermos um pouco mais sobre acuidade visual, a necessidade de mantê-la em dia com exames oftálmicos em ordem, sua relação ao volante de um veículo e os acidentes de trânsito.

Bjos!

Cirurgia Refrativa - O porque deste post

A intenção deste post é mostrar as cirurgias refrativas ao longo do tempo e em especial alertar para os cuidados desta cirurgia em que tanto se fala bem durante décadas e onde poucos relatam as dificuldades adquiridas em pós operatórios deste tipo, quais exames fazer antes e quais conservar ao longo dos anos.

Eu era uma míope deste tipo aqui:

Eu me sentia acessório dos óculos. Ficar sem eles nem pensar! Me lembro que tinha algo em torno de 10 de miopia e uns 3 de astigmatismo. Sempre foi assim desde pequenina. Mamãe disse que eu comecei a usar óculos com 4 anos e aos 25 anos não agüentava mais.

Nesta época no Brasil estava surgindo as cirurgias refrativas, caríssimas e não cobertas por planos de saúde. Duas amigas com alto grau, tinham se submetido a fazê-las e tiveram resultados muito bons. Isto me animou.

Vale ressaltar que nesta época as cirurgias deste tipo eram feitas com um bisturi diamantado, anestesia local e a minha foi realizada na própria clínica. Não vou divulgar qual ou o nome do médico pois a intenção não é esta, pois o procedimento foi sendo aperfeiçoado ao longo dos anos e hoje contamos com outras técnicas e exames pré-operatórios que na época não existiam.

Minha cirurgia conta com 16 incisões radiais. A lembrança que tenho é que no olho direito não obtive reações anormais: nem muita dor ou ardência, algum lacrimejamento e sensação de olho seco e sensibilidade a luz (reações consideradas normais). Os medicamentos usados eram colírios pingados de tempos em tempos algumas semanas.

Já o olho esquerdo… todas as sensações acima estavam duplicadas ou triplicadas. Foi extremamente doloroso.  Até a completa cicatrização estes sintomas persistem. Fiquei com grau residual de 1,25 de miopia e 1,0 de astigmatismo.

Para mim foi a glória, pois no dia a dia o óculos nem fazia falta. Somente o utilizava para dirigir ou pegar ônibus. Mas com o passar dos dias ia notando algumas diferenças especialmente ao dirigir e em especial durante a noite.

Aí que reside toda a criação deste post, descobri que hoje minha visão que ainda mantêm um resíduo de miopia (1,25) e astigmatismo (2,0) e que MESMO com correção, alcança somente 20/30. Mas que é essa coisa de 20/30? Esta explicação fica pro próximo post.

A outra coisa importante para se falar é nas conseqüencias do pós operatório, exatamente aquelas que quase ninguém fala. Conseqüencias extremamente graves e que são ocasionadas por diversos fatores desde erros de cálculos, falta de exames específicos, infecções, inflamações, fibroses, sensibilidade aos componentes dos medicamentos, não usar os medicamentos prescritos com extremo rigor e nos horários corretos, sua capacidade de regeneração epitelial…enfim, muitos fatores podem contribuir para uma operação bem sucedida ou não, ressaltando que não é apenas a competência do profissional.

Estas reações advindas da cirurgia também explicarei em detalhes tb em outro post.

Bjos!

Cirurgia Refrativa - Parte I

História / Primeiras Abordagens:

A ceratotomia radial foi introduzida nos Estados Unidos em 1979 e foi amplamente utilizada para a correção da miopia baixa a moderada(1-2). Entretanto, existem registros comprovando a tentativa de alteração cirúrgica da curvatura corneana ainda no século XIX.

Diferentes tipos de cirurgia têm sido desenvolvidos para corrigir erros de refração permanentemente. Atualmente, existem vários tipos de cirurgias refrativas, algumas bastante utilizadas há décadas, outras ainda em fase experimental. Dentre as cirurgias refrativas que apareceram, as mais importantes são a ceratotomia radial (RK) e a ceratectomia fotorrefrativa (PRK).

O que é ceratotomia radial?

A ceratotomia radial (RK) corrige a miopia através do aplanamento da córnea, com uma série de cortes (incisões) na parte central da córnea. Um bisturi com ponta retrátil de diamante é utilizado para realizar a cirurgia. A zona óptica (parte central da córnea, responsável pelo nosso principal tipo de visão) é definida através de um anel circular. A espessura da córnea é medida, e a ponta do corte de diamante é estendida até ficar com o comprimento apropriado. As incisões são feitas a partir da borda da zona óptica até a borda da córnea. Desse modo, a zona óptica central não é tocada. A RK somente pode ser utilizada no tratamento de baixos graus de miopia e astigmatismo; por outro lado, o LASIK pode tratar hipermetropia e graus mais altos de miopia e astigmatismo.

O que é ceratectomia fotorrefrativa?

A ceratectomia fotorrefrativa (PRK) é um procedimento cirúrgico que utiliza um raio laser extremamente preciso para remover tecido corneano, com o objetivo de corrigir erros de refração. A PRK é realizada na superfície da córnea. Considerando que, na PRK, uma grande parte do epitélio corneano (a camada externa de células) precisa ser removida, pode-se dizer que essa cirurgia equivale ao esfolamento do olho ou a uma raspagem corneana, causando muita dor, irritação, lacrimejamento, visão embaçada e a sensação de corpo estranho. Após a PRK, a visão fica embaçada nos primeiros dias, mas melhora com a cicatrização do epitélio corneano e a retirada dos curativos. Ao final de uma semana, a visão estará razoavelmente boa. A correção geralmente se estabiliza após um período de seis meses.

Esta técnica tem algumas desvantagens: é limitada a pacientes com 1 a 4 graus de miopia, pode causar algumas complicações com a cicatrização corneana e leva mais tempo até a total reabilitação visual.

Qual a relação entre LASIK e PRK?

O LASIK se desenvolveu a partir da PRK, e ambas as cirurgias usam o raio laser de forma bastante semelhante. O LASIK proporciona os mesmos benefícios de correção visual, mas com menos (e não tão graves) efeitos adversos quando comparado à PRK. Essa técnica usa um excimer laser para remover parte do estroma corneano. A camada superior de células epiteliais da córnea é preservada, uma vez que a cirurgia ocorre na parte mais profunda, abaixo da camada externa corneana. Como não há abrasão da córnea, o LASIK requer pouca cicatrização. Cinco minutos após a cirurgia, a visão do paciente normalmente está 20/70. Na manhã seguinte à operação, a visão tende a estar 20/40 ou melhor.

Esta técnica que oferece melhores resultados, com maior segurança e precisão, para miopias de até 12 graus, astigmatismos de até 6 graus, e hipermetropias de até 5 graus.

O que é um excimer laser?

O excimer laser é um instrumento computadorizado de alta precisão que usa luz ultravioleta invisível para realizar cirurgias na córnea. Essa luz não provoca praticamente nenhum dano aos tecidos adjacentes, o que aumenta a segurança do procedimento. Cada pulso do raio laser remove uma quantidade minúscula de tecido corneano - aproximadamente 1/500 da espessura de um fio de cabelo humano.

Excimer lasers de primeira e segunda gerações usam um feixe de luz amplo (aproximadamente 6 mm de diâmetro), com uma abertura que controla a quantidade de luz à qual o olho será exposto durante cada pulso. Os fabricantes aprimoraram essa tecnologia, dividindo o amplo feixe de luz único em sete feixes menores, que giram ao redor da área de tratamento (de forma semelhante a um chuveiro, que divide o fluxo principal de água em fluxos menores).

Que outras opções existem para portadores de grau mais altos?

Para graus mais elevados, especialmente acima de 12 graus de miopia e acima de 5 graus de hipermetropia, existem outros procedimentos cirúrgicos mais eficazes, como por exemplo a introdução de uma lente intra-ocular de Artisan, técnica utilizada na Holanda há mais de 25 anos, com resultados exelentes. Esta também já é uma cirurgia realizada de rotina em nosso meio, sob anestesia local e em regime ambulatorial (sem necessidade de internação hospitalar). Esta é uma cirurgia que oferece também um alto índice de segurança, entretanto o paciente deverá ser submetido a um cuidadoso e completo exame oftalmológico prévio. Em muitos casos de alta miopia são necessárias aplicações de laser de argônio na periferia da retina como um preparo ao implante da lente intra-ocular. Nestes graus elevados de miopia e hipermetropia, o implante da lente intra-ocular costuma reduzir a maior parte do grau, podendo o grau residual ser ainda diminuído com uma cirurgia complementar com Excimer laser, como comentado anteriormente.

Cirurgia refrativa personalizada

A cirurgia refrativa com Excimenr Laser hoje conta com a possibilidade de uma correção personalizada, ou seja, além da correção do grau, já é possível, em casos selecionados, melhorar a qualidade da visão corrigindo algumas deformidades corneanas.  É necessária a realização de um exame chamado Aberrometria (ZyWave ou LadarWave) para a verificação da possibilidade da correção cirúrgica destas aberrações ópticas.

Fontes:

http://www.oftalmocentro.com.br/cirurgias.asp

http://www.bausch.com.br/br/vision/concerns/surgery/procedure.jsp

UMPC (ultra-mobile personal computing) - Final

Pois é, estas são algumas opções.

Existem algumas outras da Positivo, HP e não sei quantas mais. Estes para mim estariam de bom tamanho.

Agora ainda fica a pergunta, qual o “ideal” ?

O que um tem a mais o outro tem de menos. Vejamos:

  • bluetooth seria interessante
  • SSD HD é interessante pelos riscos que não se corre em termos de danos físicos. Já um HD fixo como o Sata do Wind, hummm….
  • Alguns tem a opção de escolha entre OS, alguns vem obrigatoriamente com o Windows.
  • Em termos de preços a variação acho que é pouca entre os modelos, depende muito da configuração escolhida

Bom até eu conseguir juntar um dinheirinho para comprar, deverão existir outros modelos e outras configurações mais robustas.

Mas nada é em vão: espero que estes resumos ajudem alguém na escolha de um e enquanto não realizo o meu sonho de consumo, vou acompanhando os upgrades destas máquinas e postando aqui no blog.

Bjos!


NOTAS: 

1-

  • Fuja do VIA, eles esquentam muito e consome muita energia, de preferência ao ATOM que faz este gerenciamento melhor e claro não eleva o consumo das baterias.
2-
  • Atom Z is 800Mhz-1.86 Ghz CPU with deep sleep capabilities
  • Atom N is 1.6Ghz CPU with restricted deep sleep capabilities.